GOLDEN GLOBE AWARDS 2015 THE SEQUEL

janeiro 21, 2015


Secção bolo de noiva ou o método mais eficaz de caracterizar a opção de estilo semelhante a de um corso alegórico todo ele muito frondoso e ornado emblematicamente carnavalesco e que vos apresento como sendo a minha segunda categoria  transcrevendo entre algumas antipatias e outras azedas criticas numa sequela do que foi já retratado ontem e hoje destila por empatia outras tantas simpatias para deleite das minhas seguidoras!


A querida Salma Hayek criou o mote tal como se torna evidente nesta recriação de brigadeiro açucarado com ligeiras nuances de cabaret wild west merecendo porém todo o ênfase plausível pela não omissão da exigente necessidade de acessórios a altura destes eventos. As escolhas de Senna Miller palpitaram em mim com sentimentos de dualidade por um lado a versão noiva naufraga não me sugere grande encanto, seja pelo misto de exagerado decote acabamento de base assimétrica textura de material ilegível e contornos de acabamento de difícil decifragem já para não referir que alguém deveria fazer passar a travessa dos salgadinhos múltiplas vezes em redor da senhora. O caso da Lupita Nyong'o é em algo semelhante ao caso anterior desprovido da vertente semi desmazelada para uma sugestão relativamente clássica e em muito romântica a pesquisa de uma segunda imagem que complementasse a primeira toda ela vulgarizada por repetição em plataforma após plataforma acrescentou a qualidade de movimento e voluptuosa leveza e fluidez presente nesta criação de Gambattista Valli toda ela marcadamente contrastante com a tez da actriz e de imensa feminilidade infelizmente a Lupita nada mais fez que ficar sentadinha e quieta no seu lugar pelo que o esplendor da peça utilizada acabou perdido.
 

Verdade seja dita que o encanto e riqueza destas ocasiões de premiações esta na comparação da mais bem vestida as piores escolhas e todas sabem de ginjeira que o foco esta no desfilar sobre a passarela vermelha e as objectivas serão precisas e cruéis no momento do click agora expliquem-me por favor a razão que leva alguém a escolher o seu vestido de modo a parece um aproveitamento dos restos de confecção da passadeira?! Era Armani Prive e quem o desfilava era Allison Williams porem mais parecia uma erupção humana a semelhança de um furúnculo que implodira durante o percurso. Durante a prova da Tina Fey suspeito que tenham servido demasiados cocktails essa seria a única justificação lógica e relativamente admissível para justificar o que aconteceu na selecção daquele vestido um misto de lanterna de papel japonesa e abajur danificado onde nada mais há a acrescentar. Oscar de la Renta assume-se numa complexidade de modelos de inigualável esplendor lamentavelmente a Taryn Manning que eu adoro ver em Orange is the New Black surge representativamente descontextuada do acontecimento suspeitando eu que a tendência seria mais propicia a de um velório victoriano tradicionalmente britânico do século 19. Confirmam ou têm que discordar com as criticas?! A sequela continua mas o happy ending esta para breve!

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