GOALS FOR 2016

janeiro 20, 2016


Porra... pardon my French que até apetecia dizer mais meia dúzia de asneiras e outras tantas estapafurdias bujardas pelo quão tão difícil esta a ser escrever este post, as 3h da manha havia a justificação da fraca capacidade mental para exercitar o português e sair algo de jeito... mas passado meio dia seria de julgar que a coisa se tornasse mais fácil! Admito que já pensei por leves momentos em desistir deste post, mas se por um lado essa seria a solução mais fácil *click click delete já foste* por outro lado a dificuldade que me assola pôs-me a pensar que talvez a dificuldade não seja tanto sobre o que escrever ou como escrever mas antes o definir de pelo menos 10 sucintos objectivos, concretos e concisos, para alinhavar um rumo em 2016! Blog Goals Versus Personal Archivements, o modo mais correcto de enquadrar a batata quente de 2016, e eu não sou dessas, desse tipo de pessoa que começa o ano alegremente contabilizando uma infindável lista de tarefas para jubilosamente arrastar ao longo de 366 dias de dolce-almost-far-niente para frustrada admirar em Dezembro que nada ou quase nada se fez e num demoníaco esforço sobre-humano tentar suprir o máximo de objectivos-predestinados-ao-total-falhanço! Mas não fosse a palavra do ano FOCO e eu não me atreveria em tais tarefas hercúleas. Este ano eu preciso de um plano, de uma lista, com objectivos estabelecidos a médio longo prazo. Com um percurso académico a dar como finito com entrega de dois grandes projectos, passar á prática e correr atrás de uma experiência profissional para a qual estudei durante uma licenciatura e um mestrado, pensar no que se seguirá pois não pretendo ficar por aqui. 2016 será o ano de regresso as viagens agora que me sinto sem amarras e tão mais apta a reescrever o que por ai virá! Quero aprender pelo menos mais uma língua este ano, sugestões?! Pretendo terminar a remodelação do quarto, visto que já só faltam 3 móveis para reformar de vez a já velhinha-mobilia-cor-de-mel-rococo-do-tempo-da-outra-senhora para um look clean all white bem mais flexível que não sou senhora de grandes floreados nem tarecos complicados. Dizem convictamente que ano novo vida nova, mas o meu começo rescreveu-se dois meses antes o término de 2015, aproximadamente aquando a partilha deste manifesto assumir do meu regresso. Foi o tempo necessário para auferir a concebida premissa de que o blog para mim ainda é um escape, não é que eu viva disto, viva para isto, que passe os dias ou as parcas oportunidades de tempo livre em abertos debates com as amigas sobre moda, a trabalhar com moda ou em temáticas afincadamente comprometidas com a moda, a moda em todas as suas variadas grandezas não é um facto predominante na minha vida, e o blog permite isso... uma partilha de paixão, de curiosidades, novidades e outros devaneios femininos e pindéricos em todo o glamoroso charme destas coisas de gaja! Voltando no tempo e pensando na razão pela qual o blog surgiu, numa fase académica em que me sentia complicada, bloqueada e precisava de criar sem limitações ou restrições, e sem a implicação complicativa que me é tão nata ao acto de criar... sim as coisas são simples mas eu tenho o dom nato para a super-hiper-mega-complicação, enfio os pés pelas mãos e por vezes deixo de conseguir concluir as tarefas definidas com ideias base geniais e com todos os elementos para dar certo e serem top porque me dificulto. Eu já disse que sou a minha pior inimiga não disse?! 2016 será o ano para minimizar esforços e maximizar resultados, deixar de me sobrecarregar com tralhas e tretas psicológicas, mais certa do que nunca de que as coisas valem pelo que são e não pelo que queremos que elas sejam, serão 11 meses e meio para praticar um destralhar emocional-profissional para que se finde todo e qualquer resquício de procrastinação, sacrificar a multiplicidade pela simplicidade e o minimalismo. Quero mais, quero muito, mas quero simples, quero puro. Tenho que referir que me assusta um bocado ultimamente os dias a correr, o tempo a passar, como se tudo em mim fosse um relógio que contabiliza a margem de tempo construído percorrido versus a incógnita de um futuro repleto de oportunidades desconhecidas e disponíveis. É estranho sentir assim, como se houvesse um prazo de validade em um constante apontar de dedo ao relógio, na certeza de quem sabe que mais vale acordar para a vida tarde do que continuar a sonhar para todo o sempre. Agradeço aos que permaneceram até ao final deste post e a quem o tédio resultante do esforço de estimular o cérebro os levou ás primeiras palavras! Espero que possa inspirar alguém a retomar as rédeas da sua vida, com todo o bem e todo o mal que isso acarreta. Para os restantes... não tenciono ser lamechas novamente tão cedo, a partir de agora é tudo Festa-Futilidades-e-muita-Fofoquices!

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2 REPLY

  1. Há alturas da minha vida em que eu divago. Acabo por não ser eu nem saber o que fazer da minha vida.Até que de um momento para outro temos que mudar essa atitude. Como tu dizes "sou a minha pior inimiga" e isso só nos podemos mudar.
    Adorei o post.

    Beijinhos,
    Marina
    http://belezadocebeleza.blogspot.pt/

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    Respostas
    1. Como a compreendo Marina! Eu tive diversos percalços seguidos que me fizeram mudar de mentalidade! Doença prolongada, um falecimento, acabei uma relação, etc... andava a sentir-me muito mal com tudo... mas 2016 vai ser o ano! Um beijo Marina e obrigado por comentar!

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