ONE LITTLE WORD 2016

janeiro 13, 2016


Não temam queridos seguidores pela (in)sanidade mental e psicológica desta vossa colaboradora de blog, o risco deste pequeno espaço se transformar num lugar sentimentaloide e a torcer para o azedozinho da confissão condoída é Z-E-R-O... mas para mal dos vossos pecados o tiquinho de controladora obsessiva de planificação (dito presente por alguns, eu cá nego tudo!) em mim resolveu começar o ano com resoluções que não carecem de ser escritas e sequencialmente partilhadas por modo a não perder todo um elo de ligação subsequente que mais tarde fará todo um sentido, vos garanto! Desculpas e picuinhas a parte, já Shakespear dizia, “What’s past is prologue” e quem sou eu para desmentir, cuspindo farpas e fagulhas sobre um ano que epílogo dos meus actos somente de mim dependeu, com escolhas e decisões daquele tipo que nos faz tomar caminhos diferentes e transformar a vida em rumos opostos, do género que nos arrasa as bases implodindo com tudo a sua passagem mas libertando e clarificando ao mesmo tempo. Conjugação desses factos a palavra do ano não poderia ser mais óbvia do que a apuração de uma necessidade de foco e conveniência de objectivação nos próximos meses – F O C O como palavra chave para 2016 – de modo a minimizar esforços e maximizar resultados, colocar menos exigência e determinação de perfeccionismo aceitando imperfeições só tão somente humanas, descomplicar para fruir e tudo e tudo para deixar de ser mesquinha e criticista comigo mesma, acreditem, há dias em que eu sou muito má pessoa para com comigo mesma! Toda uma inexplicável necessidade que surgiu em mim no inicio do ano passado (ou até no ano precedente), um ano sabático de grande introspecção e que definiu a par de factores de doença familiar a necessidade de repensar materialmente e psicologicamente o lugar em que me encontrava, a forma como passivamente deixei que a vida corresse sem um objectivo e inconscientemente (ou nem tanto assim) mas de forma constante me anulei perante tudo e todos, e que inevitavelmente fez saltar a tampinha aqui da pessoa!  Filosofias a parte e mariquices a menos, que isto de se falar de estados de alma (e de coração) dá pano para mangas e não leva a lado absolutamente nenhum se não houver um esforço das perninhas para correr e realizar... em suma, foco para recolher os pedaços, reunir esforços, traçar um plano e bola para a frente que a vida é só uma, é só esta, e se não for para a viver e reescrever do jeitinho que a gente gosta e quer para ser feliz... para quê então?

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1 REPLY

  1. Boas palavras! :D
    Boa sorte e muita força!

    r. Já conheço os da Zara, como falei aqui http://rapazdobuzio.blogspot.pt/2016/01/my-daily-friends.html mas não acho que sejam fortes o suficiente, isto é, não fica aquele cheirinho quando passamos em algum lado haha.

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