HABBITS CHANGE TO BE (MORE) MINIMALIST

março 14, 2016


A semana passada deixei vinte dicas para auxiliar aqueles a quem duvidas surgiram quando confrontados com a vontade de se tornarem mais minimalistas, quem diz apenas minimalista diz destralhar a casa, inclui quem quer aumentar o espaço util da casa, ver-se livre do acumular indescriminado de tarecos e mais tralhas, o esquecimento continuo de posse e consecutivo acumular de items repetidos pela casa fora... Mais do que principios que ajudam quem pretende começar e não sabe por onde propriamente, esta transformação deve incluir num mesmo ritmo uma mudança de hábitos, caso contrário, sabem o que vai acontecer meus amiguinhos? Volta tudo ao mesmo! E vocês vão sentir-se mais do que frustrados, os mais persistentes vão tentar novamente, mas a grande maioria dar-se-á por vencida ao primeiro obstaculo! A pensar nesses, que arregalaram o olho ao ver vinte... VINTE! Passos, resumi a coisinha em apenas oito hábitos que é permente que se alterem, e vale tambem para quem agarrou os outros vinte com toda uma convicção! Se o vosso hábito, não necessáriamente consumista, não se alterar, voltaremos ao ponto de partida muito em breve!

Mantendo a lógica que é permente nestas andanças, qual é a base desta, chame-mos-lhe filosofia? A organização. O vosso problema é precisamente esse, aliado a algumas extravagâncias ocasionais, ou mais frequentes, de compras, por muito que jurem afincadamente que são mega organizados, que sabem precisamente onde esta tudo... aparentemente o vosso método não esta a funcionar, e o caos torna-se visível! A questão que vale milhões é: quando é que sabemos que “somos minimalistas”, que chegamos ao “final”? A consequência imediata é saberem o que têm, onde têm, até como a têm. Parece exagero? Eu ainda nao dei como terminada a minha “batalha” e na grande maioria das gavetas sei enunciar o que tenho, pela ordem que se encontra, e não, não é pouco, espero que venha ainda a ser menos um dia!

Para que este ponto seja atingido devem mudar determinadas formas de agir que eu tenho quase a certesa que após eu as enunciar vocês vão acenar como “vicios” e “habitos” mantidos, ou vão pelo menos encontrar uma pessoa a vossa volta, na vossa casa, a que poderão passar a dica e quem sabe ajudar a simplificar a sua vida tambem! Não vale de modo algum impor o que quer que seja, essa tendência tende a obter resultados bem mais nefastos, se não partir da pessoa a iniciativa não insistam!


#1 BRINDES
Quem neste momento disser que não gosta de uma coisinha gratis, seja ela uma caixinha de organização que vem num produto que consomem, umas canetinhas e uns bloquinhos gratis que ganhamos em conferencias e outras confratenizações de trabalho, a amostrinha gratis do creme, do champô, detergentes novos... etc etc. Vocês deliram com elas e as marcas sabem, ou acham que é puramente casual? Sabem qual a parte mais engraçada? Eu diria que 80% das pessoas nunca as usam, acumulam-nas sim, coleccionam-nas até, talvez uma vez por outra leve em viagem mas afinal é um produto novo convem experimentar por casa por medo de algum efeito colateral... Quem não têm uma gavetinha cheia lá em casa? A não ser que tenham a certesa absoluta de que vão usar, porque é algo que consomem, ou porque são pessoas tão curiosas que experimentam num prazo de tempo reduzido ou logo no momento, digam que não! É uma avaliação individual, e o melhor modo de a contornar é oferecerem a amigos e conhecidos que sabem vão usar, mas não vale fazer disso desculpa para arrecadar ainda mais! Controlem o vicio gradualmente! Façam uma dramática utilização no que possuem, vão ver poupam alguns tostoes no final do mes!


#2 DESPENSA
Tem os seus prós e os seus contras. Primeiro, vocês sabem o que esta na vossa despensa? Sabem as quantidades? Anotam visivelmente ou organizam por ordem, as validades? Ou são daqueles que compram porque esta barato, não interessa muitas das vezes se é um produto que consomem regulamente ou não, o que interessa é que esta barato! E isso justifica arrastarem quantidades industriais para fazer stock. Esta tendência mais do que de poupança, quando mal gerida, tende a ter o resultado oposto! Ou passam o mês antecedente ao término da validade numa dieta restrita limitada ao produto em causa, para que não se estrague. Arriscam consumir mesmo fora da validades... o que é preciso ter muita atenção ao tipo de produto. Ou, ultima opção, acaba por se estragar e acabar no contentor do lixo! Raramente as pessoas têm uma vida tã regrada e restrita que não têm curiosidade em experimentar novidades, novos produtos no mercado tambem eles em promoção de lançamento, e facilmente se vão ver numa encruzilhada do “não se estraga” quando na realidade o problema é o de que a despensa nao cresce! Admito, a minha está um caos!



#3 MODISMOS

Ok, eu passo a vida a falar de moda, seja tendências ou novos lançamentos, e agora venho dizer para dizerem não? ....Oi? Sim estou constipadissima com uma dor de cabeça que me limita o raciocinio mas ainda não perdi o norte! Não preciso reforçar a ideia de que as peças clássicas são intemporais, vão valer na sua grande maioria o investimento ano após ano, a não ser que o vosso corpo mude muito e não permita alguma mudança de costura, vocês vaõ usa-la ate abrir buraco! Os meus casacos de pele que vos contem! Mas há que ter coerência e não fazer compras pelo impulso de que todo o mundo a têm, vocês fartam-se de a ver por ai a deslizar e isso tudo faz com que vos crie uma sensação de desejo e de que a querem muito. Mas será que a mesma se enquadra no vosso estilo? Conheçam não só o que vos fica bem, como explorem toda a utilidade que podem tirar das coisas que compram! Não vale a pena pensarem que depois a vendem facilmente online, porque não ha certesas, e que eventualmente a moda vai e volta.... pois, foi com esse pensamento que chegamos aqui nao foi?


#4 DOAR

Se possuem uma enorme dificuldade de se desapegarem das vossas coisas e deitar fora no contentor destinado a roupa, que geralmente existe junto aos eco-pontos, a solução que por normal me parece mais feliz no sentido de não incomodar ninguem, ninguem ficar abismado com a quantidade de tralhas que há/havia para dar e pensar que das duas uma, ou fiquei nua, ou então vivia atafulhada... não duvidem das capacidades humanas de atulhar sem limitarem a vivência do espaço, somos extraordinario. Haja sacos pretos do lixo com fartura! Se o vosso impedimento em continuar for esse, façam uma lista das pessoas mais próximas, como familiares e amigos, ou até na vossa comunidade, ou vizinhos, que saibam que possuem algum tipo de carência, e ofereçam as coisas! Assim reconforta-vos o sentimento de abandono das vossas coisas, e ganham um sentimento novo, que advem do proveito que lhes vão dar, da felicidade que os novos donos vão ter, etc etc! Encarem isso como um apoiozinho na limpeza do karma! I do!


#5 SER CRITICO
Se passado seis meses concluiram que o resultado da limpeza afinal não correspondeu bemmmm ao que esperavam, façam-no outra vez! Só vocês é que se podem julgar e criticar a vossa organização, o principio que vos levou a começar, os vossos objectivos! Façam-no as vezes que necessitarem!

#6 NÃO CONSUMIR
Quem pensa que os minimalistas não consomem... engana-se redondamente! Consumimos pois, menos do que os outros, em quantidade e provavelmente regularidade! Fazemos compras conscientes, o necessário. Claro que haverá sempre lugar para estravagâncias, mas não para que se criem nichos de acumulamento por uma não necessidade ou não uso, essas coisas têm que ganhar rapidamente um novo done! E como não vivemos propriamente numa epóca de andar por ai a gastar dinheiro, pensem duas vezes antes de comprar, podemos ser generosos, mas comprar por comprar para depois dar... é demais!



#7 ESTILO MONOCROMATICO

A associação do minimalismo a uma prevalencia monocromatica não mais é do que o resultado de uma repetição do gosto alheio, isto é, por um lado, compreender a funcionalidade de uma ferramente, a não ser que vivam na casa da barbie, não abrangerá a necessidade de restição a uma côr, logo ao ligarem apenas a multifuncionalidade, potência, qualidade dos materiais envolvidos, etc. o mais provavel é acabarem com algo preto, cinza ou branco, o que por norma cinge a maioria e não o particular. Mas se a vossa felicidade estiver numa varinha máquica rosa flurescente... porque não? Só por dizer que provavelmente vão gastar uns euros a mais para conseguirem adquirir a mesma, tenho apenas em atenção que a estravagância do gosto não se sobrepõe a levarem para casa um objecto de qualidade inferior apenas por isso... será que vale a pena?


#8 RADICALIZAR

Não vale a pena colocarem-se com radicalismos, vão encontrar demasiadas pessoas ditas minimalistas que se regem por normas bem limitadas, ou que, aparentemente o fazem. Vocês apenas vêem uma parte da historia, e a não ser que a dita pessoa faça parte do vosso leque de amigos próximos, com quem frequentem mutuamente a casa, e que convivam de perto com essa rigidez... não se deixem levar em fotos do pinterest! O que há mais por ai é “faz de conta” e um roupeiro cheio de fantasmas! Criem a vossa própria realidade, se alcançando pequenos objectivos sucessivamente a vossa vontade em ser cada vez menos permanecer, façam-se felizes e abracem o que desejam!

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Photos: Pinterest

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