O QUE O MINIMALISMO ME ENSINOU ACERCA DO AMOR

agosto 12, 2017


Amar. Essa coisa estranha de se definir. Dizem que é cuidar de alguém, apreciar a sua importância na nossa vida e ser grato por tudo isso. Infelizmente há muitas coisas pelas quais dizemos nutrir amor, amar, pelas quais nos preocupamos, mas que falhamos em demonstrar. Desculpas há muitas. A vida que não deixa. O que quer que isso signifique, o trabalho que é muito, compromissos, imprevistos. Coisas que nos roubam o tempo e a atenção das outras, coisas, que amamos.

Dar tempo ao que amamos // o minimalismo devolve o tempo para aquilo que amamos, aquilo que nos faz felizes. Interroga-nos, questiona-nos e coloca em perspectiva os conceitos tidos como essenciais. O normal. Pergunta: vale a pena? Simplifica, subtrai e diminui ao que assim, sim, faz sentido.

Fazer o que amamos // um estilo de vida minimalista pergunta: “vives para trabalhar ou trabalhas para poder viver?”. Não nos da-mos conta da efemeridade das coisas ate que elas acabam. O minimalismo desperta-nos para o limite: de tempo, do espaço, da vida, do que amamos.

Amor próprio // o trabalho não é o inimigo, são as coisas pelas quais as pessoas ficam obcecadas. As coisas que nos absorvem, idolatramos, desejamos, cobiçamos. Que nos confundem e distraem do estilo de vida que realmente amamos. As coisas que buscamos na ânsia do reconforto, felicidade, mas nos tornam, fazem, tristes. Ser fiel a quem somos, sem artifícios, comparações, exigências desmedidas só porque sim, só porque devemos, so porque os outros amam. Cercados de quem amamos, do que amamos. Qual é o amor mais importante de todos?

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Photos: Pinterest

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